quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Eleição da Mesa do Senado 2011 - 2012

Com 71 votos favoráveis, um voto contrário e uma abstenção, os senadores elegeram os membros titulares que comporão a Mesa do Senado no biênio 2011-2012:

Presidente - José Sarney (PMDB - AP)
1ª Vice-presidência - Marta Suplicy (PT - SP)
2ª Vice-presidência - Wilson Santiago (PMDB - PB)
1ª Secretaria - Cícero Lucena (PSDB - PB)
2ª Secretaria - João Ribeiro (PR - TO)
3ª Secretaria - João Vicente Claudino (PTB - PI)
4ª Secretaria - Ciro Nogueira (PP - PI)

DETALHES DO NOVO CONGRESSO

O deputado federal Henrique Alves, por ser o parlamentar com maior número de mandatos eletivos, foi quem presidiu a sessão da Câmara dos Deputados que escolheu o novo presidente, deputado Marco Maia. O presidente é do Partido dos Trabalhadores (PT), que elegeu a maior bancada na atual legislatura, seguido do PMDB a quem coube indicar o vice-presidente. A posse dos novos integrantes do Congresso Nacional cria a expectativa de que alguma coisa poderá ser modificada. É uma sensação semelhante à chegada do Ano Novo, quando esperanças são renovadas e novos projetos mentalizados. O certo é que a grande imprensa concede um período de trégua, geralmente curto, quando as críticas são automaticamente reiniciadas. 

A atual legislatura coincide com o início do governo de um novo presidente. Dilma Rousseff, primeira mulher a governar o país, deverá dar continuidade à linha do seu antecessor, Lula da Silva. No caso do Congresso Nacional, seu desempenho está geralmente relacionado ao momento político nacional. Costuma-se dizer que o Congresso do momento é pior que o anterior, o que também pode ser julgamento precipitado. Os momentos de glória do período de 1987 a 1991 foram motivados pela abertura democrática em andamento e a votação da nova Constituição brasileira. O deputado Ulysses Guimarães soube conduzir o momento especial e os políticos recebiam elogios com mais liberalidade do que ocorre nos dias atuais.

Costuma-se dizer que o Congresso Nacional é o retrato fiel da sociedade brasileira. Fazem parte da bancada atual, 86 deputados formados em direito, identificados como bacharéis, advogados, procuradores, um defensor público e um juiz. Depois, com 50 profissionais, estão os da área da saúde, formada por médicos, dentistas, psicólogos e enfermeiros. A área da educação está representada por 49 deputados, com professores universitários, professores de segundo grau e pedagogos. Em São Paulo, a Justiça Eleitoral criou problemas para o deputado Tiririca, o mais aplaudido durante a cerimônia de posse, mas 16 não quiseram informar a escolaridade, 14 não concluíram o ensino básico e 383 concluíram o ensino superior.  

Para alguns poucos eleitos, existe a insegurança na decisão final do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a aplicação da Lei Ficha Lima nas atuais eleições. A votação ficou empatada em cinco a cinco, aguardando-se a nomeação do novo ministro do STF a quem caberá a decisão final. Isso significa dizer que a composição final das bancadas ainda poderá ser modificada. Os novos deputados terão uma dificuldade inicial que é a votação de 22 medidas provisórias, com dez delas trancando a pauta de votação. Isso significa dizer que a esperança de se iniciar a votação das reformas políticas e tributárias não acontecerá de imediato. Ou melhor, não sendo discutidas de imediato, será difícil acontecer mais adiante. Laíre Rosado Jornal O mossoroense.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Deputado Mauro Mariani quer reforço na imagem do PMDB

Brasília (DF) - Com o retorno das atividades normais no Congresso Nacional na próxima semana com a posse da nova legislatura marcada para o dia 1 de fevereiro, os cenários de formação de blocos, grupos, e eleição de lideranças, comissões técnicas e o comando do Senado Federal e Câmara dos Deputados tomam espaço na agenda dos parlamentares.
Com a grande responsabilidade política como o deputado federal mais votado da história de Santa Catarina, Mauro Mariani, já toma algumas posições para marcar o mandato a partir de agora. Essa semana ele participou de reunião para a formação de um grupo ou bloco parlamentar do seu partido, o PMDB, que visa entre outras atividades, reforçar a imagem partidária da legenda, arranhada por acusações de fisiologismo.
Batizado com o nome de “Afirmação Democrática” o grupo é formado inicialmente por Mariani do PMDB catarinense, Edinho Bez também do estado, Ibsen Pinheiro (RS), Osmar Serraglio (PR), Gastão Vieira (MA), Raul Henry (PE), Manoel Junior (PB) e Alceu Moreira (RS), eleito em 2010. O objetivo é recuperar a imagem do PMDB e buscar discutir o projeto de poder do partido para o futuro.
Outra atividade, segundo o deputado Mauro Mariani, será lutar para colocar na pauta da Câmara dos Deputados as discussões importantes do país como a reforma política, a reforma tributária, aprovar a Emenda 29 que aumenta os recursos para a saúde, entre outros temas nacionais urgentes. “Entendemos que é preciso fazer política de alto nível, discutir projetos para o país, e mostrar que o PMDB é uma alternativa forte para governar o país, e não apenas caroneiro de alguns que desejam o poder. Penso que é um momento importante, e um movimento que vai crescer daqui para a frente”, afirma Mariani. Site Oficial Mauro Marian

Campanha eleitoral para prefeito é a mais envolvente, disputada e com maior mobilização

Conhecer as expectativas do eleitor e os reais problemas do município são fundamentais para definir uma boa proposta de governo, e os rumos da campanha. Publicado em: 27/01/2011

Embora se diga que o eleitor tem memória curta, existem indicações muito fortes quanto às exigências da população para com os políticos. Na verdade, o eleitor está, a cada campanha, mais esclarecido e mais exigente. Suas preocupações começam com o perfil pessoal e profissional do candidato, sua plataforma de governo e compromissos assumidos, e vão até a dimensão e qualidade da campanha.

As funções do prefeito são conhecidas pelos cidadãos, por isso ele é cobrado a executar e cumprir as leis aprovadas pela Câmara dos Vereadores, a apresentar projetos que atendam às necessidades do povo, bem como vetar aqueles prejudiciais à comunidade. Daí a importância da eleição para prefeito.


E, de todas as campanhas eleitorais é na de prefeito que acontece o maior envolvimento do eleitor. Ele participa, opina, discute e se apaixona pelo seu candidato. Afinal de contas, é no município que se vive, e é na figura desse político que o eleitor vê a possibilidade de solução para os seus problemas. As mudanças no perfil e nas expectativas do eleitor exigem, também, mudanças nos métodos de organização e execução das campanhas eleitorais. E a campanha de prefeito é a mais envolvente, a mais disputada, e que exige mais trabalho e maior mobilização. http://www.cpt.com.br/artigos

O papel da internet  nas Eleições


O poder da rede mundial de computadores é tão amplo que o comércio varejista físico tem perdido espaço considerável para as vendas realizadas via internet. Na esfera política tem se mostrado muito importante. Para Caio Túlio Costa, jornalista e coordenador de campanha de Marina Silva (PV), a internet interferiu, sim, no resultado da eleição presidencial realizada no ano passado. Em sua visão, se não fosse a rede o segundo turno não teria ocorrido. Segundo Costa parte dos 20 milhões de votos conquistados pela pevista foi abiscoitado pela internet, tanto que Marina era desconhecida por 60% do eleitorado brasileiro antes de iniciar sua campanha.  

Do blog: A campanha eleitoral para 2012, começa a esquentar em Carnaubais, existem  duas enquetes na internet: uma no ORKUT na comunidade "carnaubais", para você votar deve ter uma conta de orkut e participar da comunidade. A outra enquete é só acessar o blog caninde-dantas.blogspot.com (link ao lado).

Reflexão

Se você abre uma porta, você pode ou não entrar em uma nova sala. Você pode não entrar e ficar observando a vida. Mas se você vence a dúvida, o temor, e entra, dá um grande passo. Içami Tiba

sábado, 29 de janeiro de 2011

Democracia Sem Limites Vira Anarquía

Por mais amplo, salutar e irrestrito que seja a democracia, devemos saber que é regido por critérios reguladores da sua existencialidade, sem isso vira um banalizado regime anárquico e deplorável ao processo republicano , será ofuscar as prerrogativas constitucionais instituidas pela pirâmide federativa nacional.

Pra se exercer a cidadania com plenitude, o marco inicial passa pelo o exercicio do voto, mas o estamento da regra eleitoral do partidarismo brasileiro tem suas limitações disciplinadas por leis e estatutos partidários.

Não basta ser portador de um título, o analfabeto vota mais não é votado, torna-se facultativo aos que completarem 16 anos até o dia da eleição, obrigatório aos maiores de 18 anos, volta a ser facultativo a partir dos 70 anos de idade.

Para se disputar um cargo eletivo, é preciso ter uma vida politica legal, filiação partidária, domicilio eleitoral e um minimo de condições éticas e morais pra justificar suas pretensões diante da sociedade.

Deixemos de lado a hipocrisia, principalmente os formadores de opinião, apresentar opções que não lê, não escreve, não sabe diferenciar a vogal Ò do algarismo zero, não é bom exemplo aos leitores.

Basta de discrepâncias, anomalias sociais da época coronelista com a eleição do "Bode Cheiroso de Jaboatão", da eleição do "índio Juruna" na retomada do processo democrático depois do golpe militar de 64 e mais recentemente com a eleição do palhaço Tiririca pelo o estado de São Paulo.

Hoje cedo conversei com o conterrâneo "Tururu" pela sua inocente cabeça não passa sonho tão ilusório, ele gosta de politica, briga por seus candidatos aliados, mas tem a humildade de saber que não tem a menor condição pra tamanha façanha.

Se querem criticar candidaturas A ou B que o façam com altivez, despreendimento respeitoso, não queiram levar pra gozação a pobreza material e cultural do conterrâneo "Tururu". Blog Aluizio Lacerda

Do blog: Com todo respeito a Tururú e Chico Requebra, o texto é muito oportuno. Parabéns!

Reunião

Estive reunido ontem com vários amigos para discutir a situação atual do diretório municipal de PMDB em Carnaubais e apresentar minha pré-candidatura a prefeito em 2012. Fui questionado sobre vários assuntos do partido e a situação política, contribuindo assim para um debate muito salutar. 

Após alguns informes, ficou definido para o próximo final de semana, a abertura da Sede do Diretório Municipal do PMDB, como também que estaremos realizando reuniões apartir de fevereiro em diversos locais do município.

Reflexão

Imagine todo o povo vivendo em paz... Você irá dizer que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único. Espero que você um dia junte-se à nós e o mundo será um só... John Lennon

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

A força do "Patriciado" na política do Rio Grande do Norte

O ex-prefeito do Assu Ronaldo Soares (PR) vociferou ontem contra sua "cria", o sucessor Ivan Júnior (PP) - veja postagem mais abaixo.

Já hoje, é o vice-governador Robinson Faria (PMN) quem estrila contra a cúpula do PP.

Para entender os dois casos é preciso conhecer um pouco de história e sociologia política. Em ambos os episódios, há uma luta renhida para manutenção de espaços e predominância de força.

Quase nada do que é dito e escrito, é exatamente o que se pensa.

Trata-se de estratégia de dominação. É como o leão que ruge na floresta para intimidar as outras espécies, avisando que quem manda é ele. Muito barulho, sem dúvidas, mas nem sempre ele morde.

Na Roma da antiguidade, esses personagens  fariam parte do "patriciado", ou "patriciatu", num latim semi-erudito. Só os nobres, a aristocracia, poderiam ascender ao poder, aos cargos proeminentes.

Nós, como nação, ainda estamos muito tangidos por esse conceito de superioridade. No inconsciente e nas normas, tudo leva a crer que a parte de cima desse bolo só cabe a uns poucos.

Embutida ainda nessa ideologia, temos princípios do darwinismo social, com sua crença numa raça superior. São os "arianos" da política potiguar, feitos nessa máquina de moer gente, com visão excludente e freios a qualquer força alternativa, vinda da "plebe".

Como dizia o historiador e membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), José Honório, o Brasil nunca teve oposição. Sempre fomos dominados pelo "Partido do Patriciado", o partido do poder.

Somos um país de política alicerçada num modelo arcaico, de base hereditária, oligárquica e patrimonialista. Ninguém, aos olhos desses ungidos, pode ascender e pensar diferente, porque são logos tachados de traidores.

Coisas de gente "superior". 
Fonte: Blog do Carlos Santos

Blog: Muito oportuno o texto, para o momento político que vivenciamos, inclusive em Carnaubais... deve servir como lição para alguns formadores de opinião.

Comentário ao blog

Caro amigo: lhe conheço e sei de sua determinação e amor por nossa cidade, muitos falam em demasia mas poucos tem respeito e gratidão por esse povo, acredito em sua personalidade no seu caráter de homem público, a política é feita de erros e acertos, como acredito que você teve a ousadia de ver os dois lados, está na hora de seguir seu caminho acreditando em você e nesse povo aguerrido. Um abraço - Prof: Rivanaldo.

Blog: Obrigado Riva, pelo incentivo. Estou trilhando um novo caminho e preciso muito da colaboração de pessoas que pensam como vc, fico muito feliz e tenho certeza que não decepcionarei. Nos encontraremos em breve. Abraço! 

Reflexão


Um problema que surge, quando olhamos demais para o passado, é que o futuro nos deixa para trás. Michael Cibenko

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O Mossoroense - Vereador e presidente do PMDB de Carnaubais diz que trabalhará em consolidação de projeto majoritário

CARNAUBAIS - Presidente do diretório municipal do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), com mandato até o final de outubro deste ano, o vereador Francisco Wanderley Mendes está decidido a manter o projeto por intermédio do qual pretende, na sucessão local em 2012, colocar-se como uma das opções à chefia do Poder Executivo em Carnaubais, região do Vale do Açu.  Até pouco tempo atrás perfilado a bancada governista que dá sustentação política na Câmara ao prefeito Luiz Gonzaga Cavalcante Dantas, "Luizinho" (PSB), o parlamentar-mirim disse que já pôde conversar com o gestor sobre o seu propósito.

Eleito em 2008 pelas fileiras da oposição, Wanderley Mendes passou em seguida a integrar o bloco de situação no Legislativo. "Entendi naquele instante que não seria interessante para o povo e para o município manter-me na oposição só para acusar ou denunciar", justificou. Ele salientou que procurou espontaneamente o prefeito e lhe manifestou que respaldaria sua administração no âmbito parlamentar. "Da mesma forma procurei o prefeito recentemente para comunicar-lhe que estava deixando sua base política, mas manterei a mesma postura de respeito e civilidade e colaborarei com tudo que for de interesse do povo", completou o vereador peemedebista.

Determinado a consolidar seu projeto de concorrer à Prefeitura, Wanderley Mendes adiantou que sua preocupação agora reside na organização do PMDB. Com mandato no comando da sigla até outubro, ele pretende renovar tal condição por mais um período. Paralelamente, ele se dispõe a dialogar com outras lideranças políticas do município sobre a situação atual e perspectivas com referência à eleição sucessória do ano que vem. O parlamentar-mirim se vangloria do fato de possuir bom trânsito junto a todas as vertentes políticas de Carnaubais. "Posso assegurar que não tenho desavença política com ninguém", garantiu. Resoluto, o vereador disse que, se efetivamente contar com aceitação popular, está pronto para colocar seu nome à disposição no pleito de 2012.

ALTERNATIVA

Wanderley Mendes explicou que a principal motivação para querer disputar a sucessão em sua cidade é apresentar ao eleitor de Carnaubais uma alternativa à dicotomia política que tem se apresentando nos últimos anos, revezando-se entre as forças comandadas pelo atual prefeito "Luizinho" e seu antecessor, ex-prefeito Zenildo Batista de Sousa (PMDB). "Acho que já está mais do que na hora de se dar a chance para que outras expressões políticas do município tenham a oportunidade de dirigir os destinos de carnaubais, que não façam parte necessariamente de grupos familiares como tem sido observado nos últimos tempos", finalizou o vereador e presidente do diretório municipal do PMDB.

PRINCIPAIS CAUSAS DAS ENCHENTES NO VALE DO AÇU

O Vale do Açu está com risco de inundações, tendo em vista principalmente, que a mata existente em seu leito, provoca a formação de grandes bancos de areias, impedindo o escoamento da água.

Sabemos que muitos fatores contribuem para o assoreamento do Rio, como: desmatamento, compactação dos solos pela agropecuária tradicional, provocando erosão, construção de pontes e passagens molhadas, etc., mas a mata que vem se formando no leito do Rio Açu, principalmente pelas espécies nativas de calumbi, unha de gato e mofunbo, formamdo verdadeiras touceiras, considero o principal fator que vem contribuindo para o assoreamento do Rio e provocando as enchentes.

Essa tarefa para o desmatamento, não demanda grandes recursos, ou seja, com apenas tratores de esteiras, será possível viabilizar o desmatamento e com o leito do rio livre da mata, aumenta a velocidade da água, provoca o carreamento da areia que está assoreada, aumenta a vazão e consequentemente diminui as inundações.

Ipanguaçu/RN, 22 de janeiro de 2011.

Júlio Justino de Araújo
Engº. Agrº, M.Sc. Irrigação e Drenagem
Professor IFRN Campus Ipanguaçu
24 de janeiro de 2011 06:48

Blog: Obrigado Mestre Júlio Justino, pela contribuição, diante da grande expectativa que o Vale do Assú está vivendo com o inverno e as prováveis consequências anunciadas.

Reflexão

Devemos nos esforçar a todo momento para desenvolver nossa natureza compassiva. O essencial é mobilizar ao máximo nossas capacidades a fim de não precisarmos nos arrepender, pois teremos feito tudo a nosso alcance para contribuir para tornar este mundo melhor. Minuto da Sabedoria

domingo, 23 de janeiro de 2011

Secretária adjunta apresenta plano do governo para a saúde

Na manhã desta quarta-feira (19) a secretária adjunta da Saúde, Ana Tânia Sampaio, participou da primeira reunião mensal do Conselho Estadual de Saúde (CES), que aconteceu no auditório da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap).

Ana Tânia, que também é conselheira do CES, apresentou o Plano do Governo para a saúde no Rio Grande do Norte. Primeiro, a secretária adjunta apontou os principais desafios a serem enfrentados pela Sesap, como recursos humanos insuficientes, fragilidade na atenção básica em saúde e a falta de monitoramento das ações realizadas nos municípios.

Em seguida, Ana Tânia fez a apresentação das propostas do governo para a saúde que incluem a organização das redes estaduais de atenção; regionalização da tecnologia de alta complexidade; investimento em recursos humanos, com valorização e capacitação dos servidores; além de promover uma gestão da saúde de forma participativa, com a defesa da regulamentação da Emenda Constitucional nº 29, que trata sobre o financiamento das ações e serviços públicos de saúde.

O plano segue todas as recomendações do Ministério da Saúde, baseado no Pacto pela Vida, instrumento criado pelo ministério em 2008 que elege 11 prioridades nacionais: Atenção à saúde do idoso; Controle do câncer de colo de útero e de mama; Redução da mortalidade infantil e materna; Fortalecimento da capacidade  de resposta às doenças emergentes e endemias, com ênfase na dengue, hanseníase, tuberculose, malária, influenza, hepatite, aids; Promoção da saúde; Fortalecimento da atenção básica; Saúde do trabalhador; Saúde mental; Fortalecimento da capacidade de resposta do sistema de saúde às pessoas com deficiência; Atenção integral às pessoas em situação ou risco de violência e Saúde do homem.

De acordo com a secretária adjunta, um dos principais objetivos do plano é dar condições para que todas as regiões do estado tenham autonomia para tomar decisões. "Pretendemos regionalizar a tecnologia de alta complexidade e fortalecer a rede de atenção às urgências e emergências. Além disso, é preciso reforçar o papel do estado como supervisor das ações de saúde nos hospitais regionais e nos municípios", frisou Ana Tânia.

Outro ponto importante do plano, segundo a secretária adjunta, é a palavra transparência. "Queremos dar satisfação das ações", disse Ana. Para isto, a Sesap irá apresentar, a cada três meses, um relatório de Gestão Estadual, tanto na Assembléia Legislativa como no Conselho Estadual de Saúde.

Ao final da apresentação, a secretária adjunta respondeu aos questionamentos dos conselheiros do CES e lembrou da importância do apoio do Conselho para a Sesap. O presidente do Conselho Nacional de Saúde, Francisco Batista Júnior, também estava presente na reunião e parabenizou a proposta do governo a qual classificou como avançada. Por Assecom