A verdadeira coragem está em fazermos sem testemunha o que seríamos capazes de fazer diante de todo mundo. La Rochefoucauld
ARQUIVOS DO MANDATO PARTICIPATIVO DO VEREADOR WANDERLEY MENDES DE CARNAUBAIS/RN (2005-2008 / 2009-2012 / 2013 - 2016)
domingo, 7 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Larissa solicita convocação de médicos aprovados no Concurso para o HRTM
A deputada estadual Larissa Rosado (PSB) apresentou requerimento à Assembleia Legislativa pedindo ao Governo do Estado urgente convocação dos aprovados no mais recente concurso público da Saúde para HRTM.
A medida, segundo a parlamentar, resolverá carência de médicos especializados e melhorará o atendimento no hospital, referência em urgência e emergência na Região Oeste e que atende pacientes até de Estados vizinhos, como Ceará e Paraíba.
“Com muito esforço, a direção do Tarcísio Maia tem conseguido fechar todas as escalas médicas em várias especialidades. Mas tem dificuldade em alguns setores, como nas áreas de anestesia, cirurgia geral, pediatria, UTI e ortopedia-traumatologia”, informa.
A convocação, portanto, resolverá esse problema. “Por isso que é urgente e necessária a lotação dos concursados no hospital. Apresentamos o requerimento e vamos trabalhar pessoalmente no Governo do Estado para que o pleito seja atendido”, diz Larissa.
O requerimento da deputada se soma à recomendação do Ministério Público ao Governo do Estado, publicada semana passada, para destinação de profissionais médicos especialistas aprovados concurso público para o Tarcísio Maia.
“O Governo do Estado tem compromisso com a melhoria da qualidade de vida das pessoas e isso passa, necessariamente, por melhorias na saúde, razão pela qual acreditamos no pronto e imediato atendimento desse pleito”, finaliza Larissa. Assessoria
Reflexão
A glória da amizade não é a mão estendida, nem o sorriso carinhoso, nem mesmo a delícia da companhia. É a inspiração espiritual que vem quando você descobre que alguém acredita e confia em você. Minuto da Sabedoria
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
‘O PMDB não cederá um milímetro nos seus direitos’
Foto Fábio Pozzebom: Henrique Alves
Líder do PMDB e candidato à presidência da Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN) explicou como seu partido negociará a participação no governo Dilma Rousseff: “O PMDB não cederá um milímetro nos seus direitos nem ousará faltar um milímetro nos seus deveres. Essa é a síntese do partido”.
Em entrevista ao blog, Henrique Alves se esforçou para jogar água na fervura que aquece as relações do seu partido com o petismo: “Ninguém está apostando em confronto com o PT. Não haverá. Não há a menor hipótese”.
Informou, porém, que o PMDB não abre mão de manter sob Dilma os seis ministérios que obteve na gestão Lula, à qual se incorporou em 2007. A partilha da Esplanada foi aberta na noite passada, em jantar que reuniu o vice-presidente eleito Michel Temer e o presidente do PT, José Eduardo Dutra. Vai abaixo a entrevista com Henrique Alves:
- Soube que o sr. e Cândido Vaccarezza [candidato do PT à presidência da Câmara] firmaram um armistício. É fato? Sim. Vamos tirar isso de pauta agora, porque é coisa para se resolver só em fevereiro. Temos uma pauta complicada pela frente: mais de dez medidas provisórias para votar e a formação do governo, que exige entendimento entre os aliados. Esse assunto [o comando da Câmara] pode aguardar um pouco.
- Como será negociada a participação do PMDB no novo governo? O PMDB não cederá um milímetro nos seus direitos nem ousará faltar um milímetro nos seus deveres. Essa é a síntese do partido.
- Acha possível resolver pacificamente as pendências com o PT? Ninguém no PMDB está apostando em confronto com o PT. Não haverá. Não há a menor hipótese.
- Definiu-se que PMDB e PT dividirão o comando da Câmara na próxima legislatura. Mas ambos querem ocupar a presidência no primeiro ano. Como resolver? Na atual legislatura, a maior bancada é a nossa. Tivemos o bom senso de entender que, em nome do melhor relacionamento, era importante fazer uma concessão. E fizemos. No primeiro biênio, foi o Arlindo [Chinaglia]. E, só depois, o Michel [Temer]. Não há razão para mudar esse critério.
- A partir de 2011, o PMDB terá menos deputados que o PT. Isso não enfraquece a sua posição? Não enfraquece porque, na atual legislatura, o PT era a menor bancada e, por boa vontade do PMDB, ocupou a presidência antes de nós. Foi um gesto que fizemos para conciliar.
- No Senado, o PMDB invoca a condição de dono da maior bancada para reivindicar a presidência, não? No Senado é diferente. É uma questão regimental, está previsto no regimento que o maior partido tem direito de indicar o presidente. Não dá para envolver o Senado na negociação da Câmara.
- Como obter um consenso na Câmara? Quem vai ser o primeiro ou o segundo, o tempo dirá. O importante é que PT e PMDB se entendam nesse revezamento. Deu certo no governo Lula e, agora, tem mais razões ainda para dar certo. Não teremos mais o Lula, que matava no peito e resolvia as questões. Tinha crise, dificuldade, derrota, o Lula chamava e resolvia. Dilma vai ter que ser muito mais ajudada pelo conjunto dos partidos. Nós vamos ajudar.
- E quanto aos outros partidos com direito a voto na Câmara? Num primeiro momento, é preciso construir um entendimento entre os dois maiores partidos, o PMDB e o PT. Isso já será um sinal de maturidade. Num segundo momento, aquele que for escolhido terá de tentar ser o candidato de toda a Câmara, um representante das forças do governo e da oposição, do maior ao menor partido. Até porque, aquele que for o presidente terá o dever de encaminhar reformas importantes, como a política e a tributária. Será necessário o consenso.
- O DEM parece preferir o nome de Vaccarezza ao seu. Alega que o PMDB não pode presidir as duas Casas. Como reverter? Seria uma incoerência. Há dois, anos o DEM veio conosco, ajudou a eleger o Michel [Temer]. Não questionou que o Senado fosse nosso também. Não creio que será diferente agora.
- Acha que a fricção entre PMDB e PT pode resultar em desavença? Quem quiser incendiar isso aí [a disputa pelo comando da Câmara] não vai encontrar pólvora. Eu não vou deixar. Temos o dever de nos entender. O PMDB está num novo momento. Não tem esse negócio de brigar por cargos, criar problemas. Temos que ir para o governo [Dilma] ajudando a construir. É diferente do outro [o de Lula], que a gente apoiou e encontrou pronto. Agora, nós somos coresponsáveis.
- Legendas como o PSB reivindicam ministérios comandados pelo PMDB. O da Integração Nacional, por exemplo. O que acha? Veja bem, o PT tem 15 ministérios, o PMDB tem apenas seis. Fala-se em dispor da Saúde, da Integração... Mas alto lá! O PMDB tem hoje o tamanho que o Lula reconheceu na hora em que apoiamos o governo [em 2007]. Agora, nós ajudamos a construir a vitória [de Dilma]. Tem gente nossa que quer inclusive ampliar a participação.
- Acha que deve ser ampliada? Não. O PMDB deve ficar do tamanho que está. Para ampliar, seria preciso tomar alguma coisa de alguém. E não queremos tomar nada de ninguém. Vamos ficar com o que temos. Não adianta ficarmos satisfeitos e os outros partidos da coligação ficarem insatisfeitos. Nós temos que ajudar. Não teremos mais o Lula, que resolvia tudo. É hora de construir.
- Inclui o Banco Central de Henrique Meirelles na conta de seus ministérios? Não. Os nossos ministérios são: Saúde, Integração Nacional, Agricultura, Comunicações, Minas e Energia e Defesa. Lula reconheceu esse tamanho do PMDB na hora que o apoiamos. Agora, nós participamos da vitória. Poderíamos pensar em mais. O PT tem 15 ministérios. Mas não adianta pensarmos em mais. Estamos preocupoados com o conjunto da coligação. Queremos ajudar a presidente Dilma a substituir o Lula, uma tarefa quase impossível. Nós seremos parceiros nisso.
- O PMDB admite trocar seus ministérios por outros? A questão não é só de quantidade, mas de qualidade. Muitos dos nossos gostariam também de trocar. Há a pasta dos Transportes, a das Cidades... Mas, para mexer, desarruma. Por isso, o PMDB quer apenas preservar os espaços que obteve, ainda que agora o partido tenha ajudado a construir a vitória. Deixa como está. Vamos colaborar. O PMDB é, hoje, um novo partido.
- Como assim? Alcançamos a maturidade. O partido já errou muito, já apanhou muito. Tinha aquela briga intestina do grupo da Câmara com o do Senado, que nos prejudicou muito. Agora, estamos unidos. Essa união é a nossa força. Hoje, o Michel [Temer] fala por todo o partido. É um avanço extraordinário. Escrito por Josias de Souza
PMDB e o governo Dilma
Foto: Folha Online - Michel Temer
O PMDB reclamou e Dilma escalou Michel Temer para coordenar a transição. Passado a empolgação da vitória a Presidente eleita Dilma, reuniu-se com o PT e escolheram os coordenadores do gabinete de transição, todos petistas e o PMDB não digeriu. Dilma apressou-se para apagar o fogo incluiu na coordenação da transição o Vice-Presidente eleito Michel Temer do PMDB.
NOTA: "A coordenação política dessa equipe será feita pelo vice-presidente eleito Michel Temer, pelo coordenador geral da campanha, José Eduardo Dutra, e pelos deputados federais Antonio Palocci e José Eduardo Cardozo" Dilma Rousseff.
Foto: Folha Online - Michel Temer e José Eduardo Dutra
O Presidente do PT José Eduardo Dutra e o Presidente do PMDB Michel Temer se reuniram e selaram um acordo: Na próxima legislatura, os dois partidos dividirão o comando da Casa, um biênio para o PT e outro para o PMDB, que pode ser ocupado por Henrique Eduardo Alves pelo PMDB ou por Cândido Vaccarezza pelo PT, invertendo no segundo biênio. Mas, Dutra e Temer resolveram primeiro, colocar na pauta de discussãoa divisão do ministério de Dilma Rousseff.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Temer será o principal mediador peemedebista
SÃO PAULO - Que Michel Temer (PMDB) será um vice-presidente discreto ninguém duvida. Mas o poder de mediação que terá nos bastidores entre seus correligionários e a presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), é também inegável. Temer credenciou-se como a principal liderança do PMDB, partido que presidirá até o fim do ano, quando então se licencia para ocupar o posto no Palácio do Planalto, apesar de o mandato terminar apenas em 2012.
Dilma precisará aliar-se a ele para conter as pressões do PMDB. Essa certamente é uma das funções que ele terá, além das prerrogativas de vice.
O segundo turno da corrida presidencial fortaleceu a imagem de Temer junto a Dilma Rousseff e a petistas do Estado de São Paulo. Segundo um membro da coordenação da campanha de Dilma no Estado, o peemedebista "foi a campo, partiu para o ataque no segundo turno, articulou apoios e quebrou resistências". Cumpriu, ainda, todas as agendas definidas pelo PT. O peemedebista viajou para pelo menos 22 destinos no segundo turno da campanha, repetindo alguns deles mais de uma vez.
O próprio Temer, quando hoje indagado sobre as resistências de petistas a seu nome, confidencia: "A barreira com o PT foi rompida. Era um pouco escondida, nunca foi uma coisa frontal". E continua: "Eu compreendo quando um sujeito não vai com a minha cara. Mas é a vida. Compreendo as pessoas".
Sob reserva, porém, petistas ainda admitem que só durante e após a transição de governo é que poderão medir o grau de confiança em Temer.
Cerimonioso
Ainda que o PMDB tenha reclamado de seu afastamento do núcleo da coordenação de campanha, dominado por petistas, Temer estabeleceu um contato mais direto com a candidata no segundo turno. Intimidade, porém, não tiveram nem terão. "Sou um pouco cerimonioso, sempre", admite, imiscuído na tradicional formalidade. "Com a Dilma sou muito natural. Não sou artificial."
Segundo aliados próximos, Temer nunca ousou, por exemplo, perguntar a Dilma sobre o câncer. Quando surgiram na internet boatos de que a doença da petista voltara e que votar em Dilma seria eleger Temer presidente, o peemedebista incomodou-se. Chegou a comentar com assessores que os terríveis ataques virtuais dos quais era vítima vinham de gente do PSDB. Mas aquietou-se, como sempre, e não levou a questão adiante.
Quando é questionado sobre a saúde de Dilma, Temer desconversa: "Ela está muito bem. E é preciso muito preparo para aguentar uma campanha como essa", diz ele, que há dois meses interrompeu as caminhadas diárias e qualquer hábito de bom gourmet para encarar os sanduíches diários de avião.
Telefonemas
Assim que oficializado o segundo turno, Dilma disse a Temer que chamaria uma reunião de emergência, no dia seguinte, com governadores e senadores eleitos. Os dois começaram a telefonar para políticos. Coube a Temer fazer os contatos com caciques peemedebistas. O presidente do PMDB ligava, pedia o empenho no segundo turno, e, imediatamente depois, passava o telefone para Dilma.
A primeira semana após 3 de outubro foi tensa. Petistas e peemedebistas assistiram à articulação e ao vigor do campo adversário, enquanto entre os aliados o clima era de desânimo.
"Tivemos 47% dos votos e a impressão foi de derrota. Isso só durou 10 dias e depois comecei a viajar muito", conta ele.
Em Minas Gerais, onde Temer atuou para garantir a candidatura de Hélio Costa (PMDB), o partido foi fragorosamente derrotado pelos tucanos. PMDB e PT não se entenderam no segundo turno no Estado.
Entre os destinos preferenciais de Temer no segundo turno estavam São Paulo, Florianópolis, Porto Alegre e Salvador. O presidente do PMDB conseguiu conter dissidências e rebeliões do partido em vários Estados. Onde teve menos sucesso foi no Rio Grande Sul. "Mas consegui apoio de 220 prefeitos", diz.
"Preguei a disciplina partidária. Fui escolhido candidato a vice numa convenção do PMDB", afirmou o peemedebista. No Mato Grosso do Sul, Temer articulou o silêncio do governador eleito André Pucinelli. "O visitei", diz discretamente. Na Bahia, laçou o derrotado Geddel Vieira Lima. "Mandamos 150 mil adesivos para o Geddel", ilustra. Em São Paulo, manteve o diretório estadual ligado a ele, diante do afastamento de Orestes Quércia. "Sempre tive um relacionamento muito bom com o Temer. E nós pregamos a fidelidade partidária. Seria muito estranho cobrar isso e não apoiar o candidato a vice, que é presidente do nosso partido", relata o vice-presidente do PMDB de São Paulo, deputado Jorge Caruso.
Missão
"Tenho horror a ser inoportuno", diz Temer, enfatizando que jamais pedirá a Dilma uma missão especial como vice. "Ela me dirá, com naturalidade, como posso ajudar." Quando questionado se gostaria de ter um projeto, como o vice José de Alencar, que cuidou da transposição do São Francisco, reage: "Não é uma coisa que eu vou procurar, senão parece avanço político indevido".
E é quando fala sobre o futuro e como vai conter as pressões do PMDB que Temer é mais enfático: "Precisamos tirar essa imagem de que o PMDB é ávido por cargos. Há barreiras que não são de papelão, são de concreto. Essa é uma delas (essa imagem), mas quero colaborar para romper com isso." Temer completa que imaginar que só o PT controlará o governo é "irracional". "É uma coalizão", repete.
Com o Congresso, afirma o experiente Temer, Dilma terá um relacionamento mais sereno. "A oposição não será feroz. Não acredito. Aécio (Neves) e (Geraldo) Alckmin são duas pessoas muito conciliadoras", disse, já elegendo quem serão os protagonistas da oposição a partir da derrota de José Serra (PSDB).
Se quiser de fato fazer uma reforma política, afirma Temer, Dilma terá de agir rápido e no primeiro ano de mandato. Sobre a possibilidade de ser criada uma mini-constituinte específica para tratar do tema, é enfático: "Esqueça isso. É uma história romântica".
José Dirceu: "não posso aceitar o que Serra fez comigo"
O ex-ministro da Casa Civil do governo Lula, José Dirceu (PT), réu no processo do mensalão, afirmou nesta segunda-feira (1) no programa Roda Viva, da TV Cultura, que não pode aceitar o que o candidato derrotado à presidência da República, José Serra (PSDB) fez com ele durante a campanha. Dirceu diz que foi linchado publicamente antes do seu julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), mas acredita que o seu adversário não acabou politicamente e que tem valor porque lutou até o final. "Espero que ele tenha um papel na oposição. Não espero um País sem oposição. Não espero que o País viva assim", disse. O programa vai ao ar às 22h desta segunda-feira (1º).
De acordo com Dirceu, a postura do PSDB na campanha, notadamente no horário eleitoral de rádio e TV, foi inaceitável. "Não posso aceitar o que o José Serra fez comigo. Ele me linchou. E se eu for absolvido no Supremo, como é que fica? Ele me colocou como chefe de quadrilha. Eu tenho biografia, não tenho folha corrida", afirmou.
Após a gravação, Dirceu disse que o discurso feito por Serra ontem, reconhecendo a derrota, visa a mistificação e que é um discurso pequeno, do ponto de vista político. "O objetivo dele continua a ser a mistificação. Lutar pela liberdade e pela democracia como se ela estivesse ameaçada. Lutar pela liberdade e pela democracia, nós devemos sempre lutar. Agora, que esse é o principal problema do Brasil e a oposição deve ser construída em uma luta, como se nós fossemos uma ameaça para o País, não é correto.. Ele está vivendo em outro País", disse. Porém, por outro lado, Dirceu disse não subestimar a carreira política do adversário.
"Essa coisa de dizer que está morto, não vai mais fazer política, que não tem mais espaço, não é assim. Posso discordar, até condenar, porque acho que a guerra foi suja, a campanha se rebaixou muito. Essa questão religiosa, é muito grave que ele tenha trazido isso. A maneira como se tratou a questão da interrupção de gravidez, do aborto, mais grave ainda, mas isso não significa que eu reconheça que ele lutou e batalhou até o final", disse.
Segundo Dirceu, a partir de agora, o PSDB vai ter de superar a crise. "Agora é crise no partido porque eles estão praticamente empurrando o Aécio Neves para fora do partido. E quem autoriza isso está querendo que ele saia. Não é tão simples assim a vida não vai ser fácil do PSDB e do DEM. Mas eu não subestimo a oposição, porque ela tem força política", afirmou.
Dirceu disse que a oposição tinha a "certeza que ia ganhar a eleição de nós". Durante o programa, ele disse ainda que o governo Lula foi o que mais trabalhou contra a divisão do País e que o discurso da oposição, muitas vezes foi exatamente o contrário.
Sobre o seu julgamento no STF, Dirceu disse que vai fazer a sua defesa na sociedade e espera que o seu julgamento - ainda sem data definida - e que espera que ele não se transforme no 3º turno das eleições.
Por fim, ele afirmou que muitas vezes fica cansado consigo mesmo. "Virei um personagem que eu não sou, mas estou satisfeito com a solidariedade que recebi nesse País". Site Terra
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Reflexão
“Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos”. Fernando Pessoa
domingo, 24 de outubro de 2010
Líderes do PT, PDT e PSB realizam carreata em defesa da candidatura de Dilma Rousseff em Natal neste domingo
Os apoiadores da candidatura de Dilma Rousseff à presidência da República realizaram mais uma manifestação política pelos bairros e ruas de Natal neste domingo(24).
Carreata teve início na Cidade Jardim e percorreu Nova Descoberta, Morro Branco, Tirol, Petrópolis, Praia do Meio, Praia dos Artistas, Cidade Alta, Rocas,Alecrim, Alecrim e Bom Pastor e Cidade da Esperança.
Estiveram presentes na carreata em defesa da candidatura de Dilma a deputada federal Fátima Bezerra, a ex-governadora Wilma de Faria, o ex-prefeito Carlos Eduardo, o deputado estadual Fernando Mineiro, a deputada estadual Márcia Maia, o ex-vereador Hugo Manso e o prefeito Jaime Calado. Postado por Oliveira Wanderley
Entenda as funções de um presidente
Falta uma semana para o segundo turno das Eleições 2010. Os eleitores brasileiros voltarão às urnas no próximo dia 31 de outubro para escolher o novo presidente da República entre os candidatos Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB). A competência do chefe do Poder Executivo federal está prevista na Constituição Federal de 1988, mais especificamente em seu artigo 84.
De acordo com o dispositivo, compete privativamente ao presidente, entre outras ações, nomear e exonerar os ministros de Estado; exercer, com o auxílio dos ministros de Estado, a direção superior da administração federal; iniciar o processo legislativo na forma e nos casos previstos na Constituição; sancionar, promulgar e fazer publicar as leis, bem como expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução; além de vetar projetos de lei, total ou parcialmente. Ao presidente compete, ainda, dispor, mediante decreto, sobre a organização e funcionamento da administração federal.
O presidente é responsável, também, por manter relações com Estados estrangeiros; celebrar tratados, convenções e atos internacionais; conceder indulto e comutar penas; exercer o comando supremo das Forças Armadas; nomear, após aprovação pelo Senado Federal, os ministros do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores, os governadores de Territórios, o procurador-geral da República, o presidente e os diretores do Banco Central e outros servidores, quando determinado em lei.
Só o presidente da República pode declarar guerra, no caso de agressão estrangeira, autorizado pelo Congresso Nacional ou referendado por ele, quando ocorrida no intervalo das sessões legislativas, e, nas mesmas condições, decretar, total ou parcialmente, a mobilização nacional. E também só o presidente pode celebrar a paz, autorizado ou com o referendo do Congresso Nacional.
O presidente é responsável por enviar ao Congresso Nacional o plano plurianual, o projeto de lei de diretrizes orçamentárias e as propostas de orçamentos previstos na Constituição. O Mossoroense
O presidente é responsável por enviar ao Congresso Nacional o plano plurianual, o projeto de lei de diretrizes orçamentárias e as propostas de orçamentos previstos na Constituição. O Mossoroense
Projeto obriga partidos a colocar princípios éticos em estatuto
A proposta obriga o partido a colocar em seu programa princípios éticos e de identidade política, objetivos políticos e meios de concretizá-los, além de posições sobre grandes temas em debate.
A Câmara analisa o Projeto de Lei 7585/10, do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que estabelece regras de fidelidade ao programa de cada partido político. A proposta, que altera a Lei Orgânica dos Partidos Políticos (Lei 9096/95), obriga o partido a colocar em seu programa princípios éticos e de identidade política, objetivos políticos e meios de concretizá-los, além de posições sobre grandes temas em debate.
"De nada adianta a fidelidade aos partidos se estes não forem também fiéis a si mesmos, à sua identidade e, antes, aos compromissos que assumem perante seus eleitores", afirmou Cristovam Buarque.
Para o parlamentar, a falta de coerência a princípios éticos e à fidelidade partidária. Várias propostas de fidelidade partidária estão sendo discutidas no âmbito da reforma política. A maioria aumenta o prazo de filiação partidária exigido dos candidatos, hoje fixado em um ano. Com aumento do prazo (de dois a até quatro anos), os detentores de mandato eletivo seriam obrigados a seguir a orientação do partido, do contrário poderiam ser expulsos e ficar inelegíveis nas eleições seguintes. Essa regra é chamada fidelidade partidária por meio da filiação. Fez com que muitos homens públicos adequassem seus mandatos a agendas particulares e à ganância.
Segundo o senador, os programas partidários devem ser mais do que documentos de arquivo. "O plano deve orientar sua atuação e servir como referência para o eleitor, para tornar claros os termos do contrato político celebrado pelo voto", disse Buarque.
Abuso de poder
Pela proposta, o pré-candidato que for vítima de abuso de poder político, econômico ou de autoridade em eleições prévias ou convenções poderá mudar de partido sem perda de mandato e não estará sujeito à fidelidade partidária. Nesse caso, a decisão precisa ser reconhecida pela Justiça Eleitoral.
Pelo projeto, o partido não poderá punir seus integrantes que forem coerentes com as diretrizes partidárias adotadas em época da eleição. A proposta também pune os partidos que alterarem ou não observarem seu programa com a perda de cotas mensais do Fundo Partidário destinado à manutenção dos partidos políticos e administrado pelo TSE. A maior parte dos recursos provém do Orçamento da União. Do total de recursos arrecadados, 42% devem ser divididos igualitariamente entre os partidos; 29% divididos proporcionalmente entre os partidos que elegeram deputados federais, de acordo com o tamanho de suas bancadas; outros 29% vão para as legendas que conseguiram obter 1% ou mais dos votos válidos das duas últimas eleições e que tenham conseguido eleger representantes em, no mínimo, cinco estados. O Mossoroense
Crescem especulações sobre os novos nomes para secretariado no RN
O quadro com os nomes dos secretários, diretores e da administração direta e indireta do Governo do Estado devem ser substituído a partir de janeiro, quando a governadora eleita no último dia três de outubro, Rosalba Ciarlini (DEM), assume o comando do Rio Grande do Norte, substituindo o governador Iberê Ferreira (PSB).
Para entender o quadro dos servidores do chamado “alto escalão” - que atuam na elaboração e execução de projetos nas diversas pastas - o Nominuto listou os atuais secretários e os possíveis nomes para assumir as pastas. Enquanto o Governo do Estado liderado por Iberê Ferreira (PSB) prepara uma equipe de transição para passar “o bastão”, a governadora eleita Rosalba Ciarlini (DEM) diz que só irá anunciar o secretariado em novembro.
Uma das secretarias que dependem totalmente da atividade do governador é a assessoria de comunicação e deve ser uma das primeiras a ter o nome de chefia alterado. Hoje, a pasta é coordenada pela jornalista Juliana Celli que se divide acompanhando as atividades do governador em Natal e no interior do Rio Grande do Norte, programa agenda de notícias e monitora uma equipe de redação na Assecom.
Os nomes cotados são da jornalista Aglair Abreu que já foi secretaria de comunicação de Rosalba na gestão da Prefeitura de Mossoró e atualmente atua como assessora da senadora em Brasília. O outro nome para a secretaria é do jornalista Alexandre Mulatinho, coordenador de comunicação da campanha eleitoral.
O gabinete Civil hoje é ocupado por Leopoldo Rosado que deve ir para a Agencia de Fomento e deixar a pasta para Luis Claudio Chopp (PSB) articular a transição dos governos.
Os nomes para a área jurídica ainda não foram levantados pelos bastidores e hoje, a Consultoria e a Procuradoria Geral do Estado é liderada por Luiz Antônio e deve ser ocupado por procurador Miguel Josino para Procurador Geral do Estado e a Controladoria Geral do Estado por José Pegado.
A secretaria de Agricultura tem a frente um mossoroense. Francisco das Chagas é responsável pelos programas agrícolas como a distribuição de grãos, organização de feiras agropecuárias e ainda pelas culturas do setor. O nome mais cotado para a pasta é do atual senador José Bezerra (DEM), o Ximbica, que deverá entregar o cargo ao titular, José Agripino (DEM).
A educação – que tem atualmente a frente o professor Otávio Augusto - e a saúde – comandada por George Antunes – são as pastas conhecidas como prioritárias e as que mais tem recursos. Devem ficar com pessoas de confiança da Governadora Rosalba e não na mão de aliados.
O nome de Kátia Pinto que já foi secretária de Desenvolvimento Territorial e do Meio Ambiente de Mossoró e participou das duas gestões de Rosalba Ciarilini como prefeita em Mossoró, deve ocupar uma secretaria ainda não definida.
A pasta da Infraestrutura que organiza as estruturas para a novo aeroporto de São Gonçalo e as obras da Copa do Mundo hoje é comandada por Dâmocles Trinta e também ainda não tem nome para ser ocupar a cadeira.
O trabalho feito pelo Desenvolvimento Econômico do Estado, que hoje conta com a colaboração do secretário mossoroense Segundo de Paula também deve ser substituído, assim como a secretaria de Justiça e Cidadania, de Leonardo Arruda e a secretaria de Tributação, comandada por João Batista Soares que tem no auditor Américo Mariz Maia o principal nome.
Outros dois nomes também estão cotados para assumir em janeiro cargos de secretários, o do deputado estadual que não conseguiu se reeleger Luis Almir e o do ex-secretário municipal de Serviços Urbanos, João Bastos, que deve ocupar a secretaria de Administração no lugar de Paulo César Medeiros. A Secretaria de Planejamento e Finanças, hoje liderada por Nelson Tavares ainda não tem nome definido.
O comando da Polícia Militar, a segurança pública e as diretorias de presídios também são espaços que deverão ter novos nomes a partir do próximo ano. Apesar de já está se formando um movimento em prol da permanência do coronel Araújo Silva no comando da PM, ventila-se que o substituto dele será o coronel Elias Cândido, que durante muitos anos esteve a frente da Polícia Militar em Mossoró.
Com a proximidade da Copa do Mundo em 2014, evento que faz parte do calendário da nova administração, é a uma das pastas mais cobiçadas – hoje ocupada por Fernando Fernandes - tem no nome do deputado federal Felipe Maia (DEM) seu principal concorrente que também está cotado para a pasta de Assistência Social, hoje ocupada por Gercino Saraiva.
Com o distanciamento de Felipe Maia da Câmara dos deputados, deixaria automaticamente o espaço para o primeiro suplente, o atual deputado federal Rogério Marinho (PSDB) que não consegui se reeleger com os votos computados no último dia 03 de outubro.
Secretaria de Estado de Assuntos Fundiários e de Apoio à Reforma Agrária (Seara) hoje ocupada por Paulo Henrique também não tem nome definido, assim como a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh), com o secretário Lázaro Mangabeira e a Secretaria de Turismo com o secretário Múcio Sá e a secretaria de Articulação com os Municipios, comandada por Paulo Emídio.
A reportagem do Nominuto procurou Rosalba Ciarilini (DEM) para comentar os novos nomes, mas a assessoria informou que ela só irá se pronuncia em novembro e que até agora, os nomes que foram divulgados são apenas “especulação”. A assessoria contou ainda que a lista com os nomes ainda está sendo definida e será determinada de acordo com o perfil dos secretários e as atividades de cada pasta. Site Nominuto
Momento da Sabedoria
Ao dizer alguma coisa, cuide para que suas palavras não sejam piores que o silêncio. |
Assinar:
Postagens (Atom)






