A assessoria do Consório Intergestores Vale Unido – G12, informou que a reunião agendada para o dia 14 de julho (quinta-feira), na cidade de Serra do Mel, foi adiada para outra data a ser confirmada. A pauta da reunião seria a estrada da castanha, trecho Carnaubais - Serra do Mel. Vamos aguardar novo agendamento.
ARQUIVOS DO MANDATO PARTICIPATIVO DO VEREADOR WANDERLEY MENDES DE CARNAUBAIS/RN (2005-2008 / 2009-2012 / 2013 - 2016)
terça-feira, 12 de julho de 2011
Reflexão
O que torna uma pessoa importante não é a posição que ela ocupa na sociedade, o dinheiro que ela possui ou a autoridade que exerce e sim a sua educação no falar e no agir. Os que são polidos, quanto mais importantes forem no que representam, mais simples e agradáveis se tornam. Minuto da Sabedoria
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Internet é usada para cobrar estrada
Internet é usada para cobrar estrada
Blogueiros do Vale do Açu iniciaram uma campanha em prol da construção da Estrada da Castanha, trecho estadual entre Carnaubais e o entroncamento de Serra do Mel e Areia Branca. A iniciativa partiu do blogueiro e radialista, Magno Marques, e se espalhou rapidamente, primeiro pelos blogs de Carnaubais e depois pelas outras mídias do Vale.
No dia 28 de junho, ele deu o primeiro passo, ao criar uma logomarca com os dizeres: "Eu luto por ela. Estrada da Castanha. Carnaubais - Serra do Mel", serviu para incentivar a campanha que continua crescendo. "Primeiro, os 10 blogs de Carnaubais aderiram à campanha, depois Ana Walquíria, em Natal, Luciano Seixas, em Alto do Rodrigues, Samuel Júnior, em Assú e outros", completa.
Embalado pela proposta, o blogueiro Zelito Coringa, dono do espaço virtual, Falando de Saberes, aproveitou para abrir um abaixo-assinado também virtual. Ele utiliza uma plataforma que fornece alojamento on-line gratuito para petições públicas, já com o ambiente para assinaturas. "Não esperava tanta repercussão", acrescenta.
A internet tem se transformado em importante ferramenta de reivindicação. Recentemente, a plataforma Twitter foi utilizada para cobrar a redução no preço da gasolina no Estado. Em Natal, pela mesma ferramenta fizeram o Fora Micarla (#foramicarla) que coloca em cheque a atuação da prefeita de Natal.
A Estrada
A construção da Estrada da Castanha começou a ser discutida no dia 4 de julho de 2010, como bandeira de reivindicação do vereador, Wanderlei Mendes, de Carnaubais. Na época foi realizada uma audiência pública para viabilizar a conclusão da rodovia que é, na verdade, a extensão da RN 016, que vai de Assú até Carnaubais, terminando no cruzamento de Serra do Mel/Areia Branca.
O trecho de 36km está orçado em R$ 22 milhões, mas segundo o próprio Wanderlei, a Petrobras se comprometeu, no ano passado, em dar o asfalto, fazendo reduzir os custos do projeto em pelo menos metade.
Segundo Magno Marques, a estrada encurtará uma série de distâncias entre a região Oeste, a Costa Branca e até a região metropolitana de Natal. "Quem está em Mossoró e quer ir para Macau, poderia reduzir mais de 40km indo pela estrada. Ela, inclusive, também facilitaria a chegada em Macau, Guamaré e até Natal, pela zona norte", completa.
No próximo dia 14, o Consórcio Intergestores Vale Unido, o G-12, volta a se reunir com membros do governo para discutir o início da obra, esperada há tanto tempo. "Essa estrada é fundamental para a garantia econômica da região, beneficiando, sobretudo, a produtividade de caju e castanha e a produção do Baixo-Açu, com o barateamento do custo de transporte", concluiu Wanderlei.
Jornal de Fato (Mossoró):
No dia 28 de junho, ele deu o primeiro passo, ao criar uma logomarca com os dizeres: "Eu luto por ela. Estrada da Castanha. Carnaubais - Serra do Mel", serviu para incentivar a campanha que continua crescendo. "Primeiro, os 10 blogs de Carnaubais aderiram à campanha, depois Ana Walquíria, em Natal, Luciano Seixas, em Alto do Rodrigues, Samuel Júnior, em Assú e outros", completa.
Embalado pela proposta, o blogueiro Zelito Coringa, dono do espaço virtual, Falando de Saberes, aproveitou para abrir um abaixo-assinado também virtual. Ele utiliza uma plataforma que fornece alojamento on-line gratuito para petições públicas, já com o ambiente para assinaturas. "Não esperava tanta repercussão", acrescenta.
A internet tem se transformado em importante ferramenta de reivindicação. Recentemente, a plataforma Twitter foi utilizada para cobrar a redução no preço da gasolina no Estado. Em Natal, pela mesma ferramenta fizeram o Fora Micarla (#foramicarla) que coloca em cheque a atuação da prefeita de Natal.
A Estrada
A construção da Estrada da Castanha começou a ser discutida no dia 4 de julho de 2010, como bandeira de reivindicação do vereador, Wanderlei Mendes, de Carnaubais. Na época foi realizada uma audiência pública para viabilizar a conclusão da rodovia que é, na verdade, a extensão da RN 016, que vai de Assú até Carnaubais, terminando no cruzamento de Serra do Mel/Areia Branca.
O trecho de 36km está orçado em R$ 22 milhões, mas segundo o próprio Wanderlei, a Petrobras se comprometeu, no ano passado, em dar o asfalto, fazendo reduzir os custos do projeto em pelo menos metade.
Segundo Magno Marques, a estrada encurtará uma série de distâncias entre a região Oeste, a Costa Branca e até a região metropolitana de Natal. "Quem está em Mossoró e quer ir para Macau, poderia reduzir mais de 40km indo pela estrada. Ela, inclusive, também facilitaria a chegada em Macau, Guamaré e até Natal, pela zona norte", completa.
No próximo dia 14, o Consórcio Intergestores Vale Unido, o G-12, volta a se reunir com membros do governo para discutir o início da obra, esperada há tanto tempo. "Essa estrada é fundamental para a garantia econômica da região, beneficiando, sobretudo, a produtividade de caju e castanha e a produção do Baixo-Açu, com o barateamento do custo de transporte", concluiu Wanderlei.
Jornal de Fato (Mossoró):
segunda-feira, 4 de julho de 2011
LDO com erro adia o encerramento do período legislativo
A sessão da Câmara Municipal de Carnaubais que aconteceria hoje, foi adiada novamente para quinta-feira, por erro na LDO.
Não sei o que está acontecendo, mas a equipe do governo "fazendo o futuro" não está cumprindo com o dever de casa, com certeza não é por falta de pagamento!
Reflexão
Você não precisa viver sua vida do jeito que as pessoas acham que você deve viver, pois você é a única pessoa que pode tornar sua vida maravilhosa. Minuto da Sabedoria
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Câmara de Carnaubais ainda não encerrou o período legislativo
O período legislativo da Câmara Municipal de Carnaubais deveria ter encerrado ontem com a aprovação da LDO, mas foi adiado.
Infelizmente constatei um erro no Projeto de Lei, onde lê-se Recita Arrecadada, a equipe do governo municipal informou que a receita de 2008 foi R$ 13.902.176,79, enquanto em 2009 apenas R$ 7.702.674,80, apresentando uma diferença de R$ 6.199.501,99 ou seja, a receita de 2008 maior que a de 2009. Diante do erro, o Projeto foi devolvido para o executivo, que deverá ser apresentado na próxima segunda-feira.
Na oportunidade apresentei proposta de remanejamento, que assegura R$ 100.000,00 para a construção da sede do Conselho Tutelar.
Reflexão
A pessoa mais indicada para esclarecer suas dúvidas, você pode encontrar todos os dias na face de um espelho. Crie coragem. Olhe bem firme, até sentir que a imagem do espelho está olhando para você. E aí então ouça os conselhos da sua consciência. Minuto da Sabedoria
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Reflexão
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma á este dia. Charles Chaplin
segunda-feira, 27 de junho de 2011
"O PMDB ganhou com a Dilma e quer a cogestão", diz Henrique Eduardo Alves
Brasília (DF) - O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), diz que seu partido disputou a eleição e saiu vitorioso, juntamente com a presidente Dilma Rousseff. Portanto, deve participar da gestão do governo, com a indicação de nomes para a administração. Mais do que cargos, diz ele, o partido quer encargos. O líder nega que a posição do PMDB a favor das mudanças no Código Florestal jamais teve qualquer ligação com a demora no governo em definir as nomeações de segundo e terceiro escalões. Henrique Alves lembra que na votação do salário mínimo de R$ 545, o PMDB foi o mais fiel de todos os partidos da base aliada. "Aquela era uma questão de governo, o Código não."
O Estado de S.Paulo - Qual a relação entre o preenchimento de cargos do PMDB e a votação do partido a favor do novo Código Florestal?
Henrique Eduardo Alves - Nenhuma. Quando se declara e se escreve que o PMDB votou o Código Florestal aparentemente contra o governo é uma brutal injustiça com o partido. O Código Florestal não envolve uma questão de governo. É uma questão de País. A votação do PMDB a favor do Código Florestal não foi uma reação do PMDB contra, como dizem, a uma suposta protelação do ex-ministro Antonio Palocci em atender pleitos do partido. Votamos porque o relator Aldo Rebelo nos convenceu plenamente de suas razões. Ele e o presidente da comissão especial, Moacyr Micheletto (PMDB-PR), percorreram 24 Estados, fizeram mais de 90 audiências públicas, ouviram a Embrapa, órgãos ambientais, representantes de produtores rurais, agricultores, pecuaristas. Foram ouvidos também de maneira responsável os representantes da questão ambiental. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, foi muito ponderada. Foi capaz de articular e resolver muitas questões dadas como impossíveis. Chegamos a 98% de consenso. Um ou dois itens não foram consensuais, mas é normal numa matéria de tamanha complexidade.
O Estado de S.Paulo - Mas o governo ficou contrariado com o resultado...
Henrique Eduardo Alves - Era um direito da Casa decidir e o meu partido quis decidir daquele jeito, porque foi o melhor para o Brasil que produz, que gera riquezas em absoluta convivência com o meio ambiente. Por isso o Brasil hoje tem dois títulos: o de que mais respeita o meio ambiente e o de que é um dos que mais produzem.
O Estado de S.Paulo - Se o partido é governo, os cargos não deveriam sair automaticamente, como saem para o PT?
Henrique Eduardo Alves - O PMDB não aguenta mais essa colocação pejorativa que se faz com um partido de sua grandeza, história e tradição. É preciso compreender que o PMDB ganhou a eleição junto com a presidente Dilma e com os outros 14, 15 partidos que a apoiaram. Queremos é a cogestão, que é natural em todos os governos democráticos do mundo. O partido quer oferecer seus quadros para essa oportunidade, sabendo que quem decide é a presidente. Mas do direito de indicar o partido não abre mão. O partido não quer cargos, quer encargos para ajudar a Dilma.
O Estado de S.Paulo - E como serão esses encargos?
Henrique Eduardo Alves - São parcerias e planos de trabalho para o Brasil e para a atuação no Congresso. Temos aí a emenda 29 (que regulamenta o repasse de recursos para a saúde) a ser regulamentada, vamos ter um problema que se arrasta em relação à PEC 300 (que unifica os salários das polícias militares em todos os Estados e provoca um rombo de cerca de R$ 32 bilhões no Tesouro da União), que tem uma dificuldade operacional em relação aos governos dos Estados. São exemplos de que temos de nos unir cada vez mais.
O Estado de S.Paulo - Como o PMDB se comportará?
Henrique Eduardo Alves - O PMDB está pronto, na sua unidade, na sua responsabilidade, para enfrentar todos os desafios de ser governo – e não estar no governo. De ter um vice-presidente muito consciente de seu papel. Queremos que respeitem o PMDB pela sua unidade, o que se constitui na sua grande força. O PMDB conseguiu, afinal, depois de erros, atropelos e dissidências, ser um partido unido e coeso, e com muita consciência de seus deveres com o País e de seus direitos de pleitear, reivindicar e construir um novo Brasil.
Perda de mandato
A reforma política voltará a ser tema da reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania nesta semana. Quarta-feira, segundo a agência Senado, os senadores apreciarão mais uma rodada de proposições elaboradas pela Comissão da Reforma Política. Um dos projetos que estão na pauta é o projeto que prevê a perda de mandato para deputados e vereadores que se desfiliarem, sem causa justa, do partido pelo qual se elegeram.
Ele já foi lido na última sessão da comissão e deve ser votado em decisão final. Relator da proposta, o presidente da Comissão de Justiça, Eunício Oliveira, apresentou emenda limitando a perda de mandato aos políticos eleitos pelo sistema proporcional, ou seja, deputados federais, estaduais e vereadores. Aqueles eleitos pelo sistema majoritário (presidente e vice-presidente da República, governadores e vice-governadores, prefeitos e senadores) poderiam mudar de partido, sem perda de mandato, desde que a legenda integrasse a coligação pela qual foi eleito.
A matéria teve pedido de vistas, a solicitação foi feita pelo senador para examinar melhor determinado projeto, adiando, portanto, sua votação. Quem concede vista é o presidente da comissão onde a matéria está sendo examinada, por prazo improrrogável de até cinco dias. Caso a matéria tramite em regime de urgência, a vista concedida é de 24 horas, mas pode ser somente de meia hora se o projeto examinado envolve perigo para a segurança nacional. coletivo. De acordo com a proposta, são motivos aceitáveis para transferência de legenda sem punição a incorporação ou fusão do partido; a criação de novo partido; mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; e ainda grave discriminação pessoal.
Estão ainda na mesma comissão três propostas de emenda à Constituição que fazem parte do pacote da reforma política. Uma delas propõe uma medida formal para alteração na legislação: a exigência de um referendo popular para que qualquer mudança no sistema eleitoral entre em vigor. O relator da proposta, senador Romero Jucá, apresentou voto favorável à matéria, que teve pedido de vista coletiva na última reunião da comissão. A justificativa da proposta é incluir a população na decisão da reforma política.
Outra decisão: A PEC 40/11 proíbe coligações partidárias nas eleições proporcionais - para deputados federais, estaduais e vereadores e o relator na CCJ, o senador Valdir Raupp deu voto favorável à medida, com rejeição de emenda apresentada pelo senador Antônio Carlos Valadares. A proposta era manter a proibição de coligações, mas permitir a criação da Federação de Partidos, entidade formada por legendas com identidade programática, registro na Justiça Eleitoral e funcionamento parlamentar conjunto por ao menos três anos. Carlos Fehlberg
domingo, 26 de junho de 2011
As manifestações populares e o acesso à democracia
As formas de manifestação popular têm se ampliado em tempos de informação rápida. Jovens se unem para derrubar ditadores, unem-se para protestar diante de mazelas políticas, de corrupção, de demagogia, de gestão ineficiente. E isso é bom! A juventude tem esse necessário ímpeto. Tem inquietude e potência acumulada para não se acomodar aos fatos que considera ruins. E há jovens de todas as idades. O medo da mudança é coisa de gente cansada, acomodada. Gente desanimada. Jovem luta por aquilo em que acredita. Do contrário, não é jovem, mesmo que tenha pouca idade.
Recentemente, jovens manifestaram-se contra uma curiosa e descabida expressão: “gente diferenciada”. Foram às ruas e aos veículos de comunicação protestar contra o aumento abusivo de tarifas de ônibus. Protestaram pela liberdade. Liberdade, esse é o caminho.
Liberdade requer conhecimento. Liberdade exige autonomia. Além da liberdade, os jovens fazem tremular a bandeira da verdade. Preferem os que expressam opiniões, mesmo aquelas que contrariam as suas, à dissimulação dos que tomam decisões solitárias, mascaradas. A imagem é muito mais interessante do que a maquiagem. A maquiagem aos poucos cai, como na cena final do clássico Morte em Veneza. A maquiagem é um desserviço à política. É preciso ver a imagem. Concordar ou discordar dela. Mas a imagem. Bonecos ganham eleições, mas são frágeis para administrar cidades.
A recente marcha da maconha gerou polêmica. A juventude buscou outra alternativa. Alguma que não ferisse a legislação. E isso é fundamental. Quem defende a democracia defende as leis, mesmo que não concorde com algumas delas. Se não há concordância, luta-se para mudá-la, nunca para negligenciá-la. A marcha da maconha foi proibida pela Justiça. A da liberdade, permitida. Se houve excessos na proibição, que sejam apurados. A da liberdade foi pacífica. E é de paz que precisamos.
Há outras formas de manifestação popular igualmente nobres, desde que verdadeiras. As redes sociais estão cheias de possibilidades. Manifestemos, então. Com verdade, com respeito, com educação. Assim, damos o exemplo e determinamos o tom do diálogo necessário.
A participação melhora a democracia e ensina governantes e governados a conviverem pacífica e democraticamente, fundamentados na veridicidade e na justiça, em busca do bem comum. Deputado Federal Gabriel Chalita - PMDB/SP
Reflexão
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito repetindo todas os dias os mesmos trajetos. Pablo Neruda
quarta-feira, 22 de junho de 2011
PRORROGAÇÃO

A Comissão Executiva Estadual do PMDB, acatando determinação do Diretório Nacional, prorrogou por mais um ano os mandatos dos membros dos Diretórios Municipais de: Acari, Afonso Bezerra, Alexandria, Alto do Rodrigues, Angicos, Brejinho, Caiçara do Norte, Caicó, Campo Grande, Campo Redondo, Carnaúba dos Dantas, Carnaubais, Cruzeta, Equador, Espírito Santo, Extremoz, Governador Dix-Sept Rosado, Itaú, Japi, Jardim de Piranhas, Lagoa D’Anta, Lagoa de Pedras, Lagoa de Velhos, Lagoa Salgada, Nova Cruz, Olho D’Água dos Borges, Paraú, Parelhas, Parnamirim, Pedra Grande, Pedra Preta, Pedro Velho, Poço Branco, Porto do Mamarante, São José de Campestre, São Tomé, São Vicente, Senador Elói de Souza, Serrinha, Tabuleiro Gngue, Rafael Fernandes, Riachuelo, Santa Maria, Santana do Seridó, São Fernando, São Gonçalo do Arande, Tibau, Triunfo Potiguar, Umarizal, Upanema e Viçosa. Os demais municípios deverão convocar convenções até o dia 30 de setembro do corrente ano, visando as eleições de outubro de 2012. Postado por Jurandir Santos
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